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quinta-feira, 7 de maio de 2026
Souza Lima recebe Berklee em residência inédita e reforça polo musical da Vila Mariana
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Consolare convoca famílias para atualização cadastral nos Cemitério Santana e Vila Mariana
Cerca de 73% dos jazigos no Cemitério Santana e 61% no Cemitério Vila Mariana estão com dados desatualizados
No Cemitério Santana, que possui cerca de 3,8 mil jazigos, aproximadamente 2,8 mil ainda não contam com cadastro atualizado, o que representa cerca de 73% do total. Já no Cemitério Vila Mariana, dos cerca de 6,6 mil jazigos existentes, aproximadamente 4 mil estão com dados desatualizados, equivalente a cerca de 61%.
A ausência dessas informações dificulta a comunicação com os responsáveis e pode impactar diretamente a manutenção e conservação dos espaços. Levantamento da concessionária também aponta um número significativo de jazigos considerados abandonados: cerca de 1,1 mil no Cemitério Santana, sendo 349 com sinais de deterioração ou em ruínas, e aproximadamente 3,2 mil no Cemitério Vila Mariana, dos quais cerca de 979 apresentam condições semelhantes.
A Consolare também tem cumprido outros protocolos para localizar os responsáveis, como a fixação de avisos nos cemitérios, publicações em jornais de grande circulação, envio de notificações por carta registrada e divulgação nas redes sociais.
O gerente de operações da concessionária, Cassio Lanzillotti, reforça que a atualização cadastral é fundamental para o planejamento contínuo das ações de zeladoria e melhoria dos espaços.
“Manter o cadastro atualizado é essencial para que possamos desenvolver de forma contínua o trabalho de conservação, além de viabilizar eventuais reformas e melhorias nas unidades. Essa parceria com as famílias é fundamental para preservar esses espaços de memória”, afirma.
As duas unidades também estão passando por melhorias. No Cemitério Santana, estão previstos cerca de R$ 3 milhões em investimentos, incluindo reformas nas áreas administrativas e de velórios, além da recuperação do pavimento das alamedas, promovendo mais acessibilidade e conforto aos visitantes. Já no Cemitério Vila Mariana, foram realizadas intervenções como a retirada de um antigo tanque de combustível, supressão de árvores mortas, replantio de mudas, como ipês-roxos, canafístula e cerejeira, e a reforma do Cruzeiro. Novas melhorias estão previstas ao longo do ano.
A orientação é que os responsáveis pelos jazigos realizem o recadastramento o quanto antes para evitar dificuldades futuras na identificação ou regularização dos espaços. O procedimento pode ser feito de forma simples, pelo site oficial da concessionária ou presencialmente nas administrações dos cemitérios.
Site: consolare/recadastramento
Telefone: 0800 0800 190
Atendimento presencial: de segunda a sexta, das 8h às 18h
Endereços:
Cemitério Santana (Chora Menino): R. Nova dos Portugueses, 141 – Imirim, São Paulo – SPCemitério Vila Mariana: Rua Batista Caetano, 300 – Aclimação, São Paulo – SP
terça-feira, 21 de abril de 2026
Irmãos Godoy são homenageados em noite que promete entrar para a história da música brasileira
NOITE HISTÓRICA NO BOURBON
STREET
A música latino-americana vive um
momento único em São Paulo.
No dia 21 de abril, o palco do
Bourbon Street Music Club será cenário de um encontro raro: artistas
internacionais liderados por Oscar Stagnaro se unem para uma apresentação que
traduz a essência do XIII CLAEM.
Ao lado dele, nomes como Javier Flores, Vicente Luna, Oscar Acevedo, Ale Demogli, Sly de Moya e a cantora Olga Román prometem uma noite de pura conexão musical entre países e culturas.
A noite será marcada por uma homenagem emocionante aos irmãos Adylson Godoy, Amilton Godoy e Amilson Godoy — verdadeiros pilares da música brasileira.
Um encontro entre gerações.
Um palco de integração
latino-americana.
Um espetáculo que vai muito além
da música.
Leia a matéria completa no blog:
https://shre.ink/musicoempreendedor
Garanta seu ingresso e viva esse
momento histórico
https://bileto.sympla.com.br/event/118961/d/377870/s/2517185
Mais informações sobre o CLAEM:
https://alaemus.org/
https://faculdadesouzalima.com.br
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domingo, 19 de abril de 2026
Vila Mariana recebe o XIII CLAEM e homenageia o baterista Nenê em programação gratuita
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| Baterista Nenê - Foto: Divulgação |
Homenagem a Nenê: um mestre da bateria brasileira
Curadoria que valoriza grandes trajetórias
Noite de integração no Bourbon Street
Vila Mariana como palco da música latino-americana
Vila Mariana no centro da música latino-americana: XIII CLAEM homenageia Yuri Popoff
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| Yuri Popoff - Músico e Pesquisador Musical |
Bourbon Street recebe noite histórica com artistas internacionais
Yuri Popoff: um talento da Vila Mariana em destaque
Homenagem especial na Souza Lima com entrada gratuita
Vila Mariana como território de criação e encontro
Música que conecta passado, presente e futuro
📍 22 de abril | 20h
📍 Faculdade Souza Lima – Vila Mariana (SP)
🎟️ Entrada gratuita
Como adquirir ingressos para a festa do XIII CLAEM no Bourbon Street: Ingressos no SYMPLA
Mais informações sobre o CLAEM:
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sexta-feira, 17 de abril de 2026
Vila Mariana recebe XIII CLAEM na Faculdade e Conservatório Souza Lima
Um evento que conecta a América Latina pela música
Bourbon Street Music Club será palco de um grande encontro musical
Artistas internacionais e a força da música coletiva
Homenagem à família Godoy emociona o público
Cultura viva na região da Vila Mariana
Um convite à experiência musical
quarta-feira, 25 de março de 2026
Do controle ao cosmos: os 20 anos da Missão Centenário e a experiência que agora vira espetáculo
#gamers #tecnologia
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| Foto: CBN (2006) - Astronauta Marcos Pontes é o primeiro brasileiro a ir ao espaço |
Antes de existir em gráficos realistas, física simulada e mundos abertos, a exploração espacial já era o maior “jogo” da humanidade — só que com consequências reais.
Em 2006, o Brasil entrou oficialmente nessa jornada com a Missão Centenário, levando o astronauta Marcos Pontes a bordo da nave Soyuz TMA-8 rumo à Estação Espacial Internacional.
Se hoje jogadores passam horas tentando sair da órbita de um planeta ou acoplar naves no espaço, aquela missão foi exatamente isso — só que sem botão de “reset”.
Para quem cresceu jogando títulos de simulação espacial, é fácil reconhecer os elementos: cálculo de trajetória, gerenciamento de recursos, precisão absoluta. A diferença é que, na vida real, cada decisão envolve anos de preparação, equipes inteiras e um nível de risco impossível de replicar em qualquer jogo.
A Missão Centenário marcou o momento em que o Brasil deixou de ser apenas espectador da corrida espacial para participar dela — ainda que simbolicamente — com experimentos científicos realizados em microgravidade.
Mas talvez o maior impacto tenha sido outro: o de transformar o espaço em algo possível para uma geração inteira.
O “efeito overview”: quando a Terra vira um mapa
Existe um conceito muito conhecido entre astronautas chamado “overview effect” — a mudança de percepção ao ver a Terra do espaço. De lá, não existem fronteiras, apenas um planeta frágil flutuando no vazio. Para gamers, essa sensação não é totalmente estranha.
Ela aparece quando você abre o mapa inteiro de um jogo pela primeira vez, quando sai da atmosfera de um planeta ou quando percebe a escala de um universo digital. A diferença é que, no espaço real, essa experiência não é renderizada — ela é vivida.
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Pianista Adylson Godoy, Claudya, Zé Luiz Mazziotti e Clara Mascellani são convidados especiais para o Concerto "Entre o Céu e o Som" |
Vinte anos depois, essa jornada ganha uma nova forma de interpretação: a música.
O espetáculo “Entre o Céu e o Som – Harmonia Transcendental” nasce exatamente dessa ponte entre ciência, percepção e emoção. A proposta é traduzir em som aquilo que, até então, só podia ser visto — ou sentido — por quem esteve fora da Terra. Para o público gamer, essa ideia não é distante.
Trilhas sonoras sempre foram parte fundamental da imersão — de atmosferas silenciosas no espaço profundo até aumentos da intensidade sonora em momentos de descoberta. O concerto se aproxima dessa lógica: construir uma narrativa sensorial que leva o espectador a uma espécie de “viagem” sem sair do lugar.
Se os games ensinaram uma geração a sonhar com o espaço, a Missão Centenário mostrou que esse sonho é real. E agora, duas décadas depois, a arte assume o papel de traduzir essa experiência para além da tecnologia. Não se trata mais de controlar uma nave ou completar uma missão. Trata-se de sentir o que significa estar lá. “Todo gamer já tentou chegar ao espaço. Em 2006, o Brasil conseguiu — de verdade.”
O Concerto ENTRE O CÉU E O SOM – HARMONIA TRANSCENDENTAL, contará também com a participação do Coral Infanto-Juvenil do Espaço Cultural de Artes e Colégio Fênix de São Caetano do Sul, preparado pela maestrina Tânia Bertassoli e regido pelo maestro Marcelo Faraldo Recski, simbolizando a presença das novas gerações na continuidade da tradição cultural brasileira.
Entre os convidados especiais estão o cantor José Luiz Mazziotti, além das cantoras Claudya e Maria Clara Mascellani, artistas reconhecidos por suas interpretações da música popular brasileira.
O Show terá entrada gratuita e será realizado em 05/04 (Domingo de Páscoa) às 18 horas, no Centro Cultural São Paulo, na Rua Vergueiro, 1000 (Entre as estações Vergueiro e Paraíso do Metrô). Basta retirar os ingressos 30 minutos antes na bilheteria.
Além do Concerto, a comemoração à Missão Centenário, completará o mês repleta de atividades.
#MissaoCentenario #MarcosPontes #BrasilNoEspaco #ExploracaoEspacial #SpaceGames #SciFi #CulturaGeek #GamesBrasil #EntreOCeuEOSom #TrilhaSonora #Imersao #Cosmos #Espaco #Astronomia #ShowCultural
domingo, 15 de março de 2026
Golden Visa no Brasil: o visto que transforma investimento imobiliário em porta de entrada para o país
Nos últimos anos, um novo termo começou a circular com mais frequência no mercado imobiliário brasileiro: Golden Visa. O programa, que já é conhecido em diversos países, permite que estrangeiros obtenham autorização de residência ao realizar investimentos significativos na economia local — especialmente no setor imobiliário.
No Brasil, a iniciativa começa a despertar interesse entre investidores internacionais e também entre profissionais do mercado imobiliário que enxergam na medida uma oportunidade de atrair capital estrangeiro e dinamizar o setor.
De acordo com as regras atuais, estrangeiros podem solicitar autorização de residência no Brasil ao investir em imóveis urbanos com valores mínimos estabelecidos pelo governo.
O investimento exigido é de R$ 1 milhão para imóveis nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste ou
R$ 700 mil para imóveis nas regiões Norte e Nordeste.
Os recursos devem ser transferidos legalmente do exterior e registrados no sistema financeiro brasileiro. Após a comprovação do investimento, o estrangeiro pode solicitar residência no país.
Em entrevista sobre o tema, a empresária Daniela Almeida, CEO da Imobiliária Porta Nova, destacou que o Golden Visa brasileiro ainda é pouco conhecido, mas possui grande potencial de crescimento.
Além de atuar no mercado imobiliário, Daniela também é delegada do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, vice-presidente de Comércio da Associação Comercial e Industrial de Embu das Artes e presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura de Embu das Artes. Segundo ela, o programa pode representar uma importante oportunidade para o país.
“O Golden Visa permite que investidores estrangeiros adquiram imóveis no Brasil e, a partir desse investimento, obtenham autorização de residência. É uma forma de atrair capital internacional, movimentar o mercado imobiliário e gerar desenvolvimento econômico”, explicou.
Daniela destaca que muitos investidores estrangeiros procuram países onde possam diversificar patrimônio e, ao mesmo tempo, ter acesso a novos mercados.
“O Brasil tem grande potencial, tanto pela dimensão do mercado quanto pela diversidade de oportunidades. O programa pode beneficiar não apenas o setor imobiliário, mas também toda a cadeia econômica ligada à construção civil e outros seguimentos”, afirmou.
Destinos com forte atividade econômica ou turística tendem a atrair maior atenção de investidores internacionais. Capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, além de cidades litorâneas como Florianópolis e Balneário Camboriú, aparecem entre os mercados mais promissores.
Segundo especialistas do setor, a combinação de potencial turístico, valorização imobiliária e qualidade de vida faz com que essas regiões sejam vistas como estratégicas para investidores estrangeiros.
Apesar das oportunidades, o Golden Visa brasileiro ainda está em fase inicial de divulgação. Em países europeus, programas semelhantes chegaram a movimentar bilhões em investimentos estrangeiros ao longo da última década.
Para profissionais do mercado imobiliário, ampliar o conhecimento sobre o programa pode abrir uma nova frente de negócios. Como resume Daniela Almeida: “Muitos investidores internacionais ainda não sabem que o Brasil oferece essa possibilidade. Quando o mercado entender melhor o Golden Visa, podemos ver um crescimento significativo na entrada de capital estrangeiro no setor imobiliário.”
Com um mercado amplo e diversificado, o Brasil pode transformar o Golden Visa em um importante instrumento para atrair investimentos internacionais e fortalecer o desenvolvimento econômico do país.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Hospital Luz Vila Mariana é reconhecido como um dos melhores hospitais do Brasil no ranking da Newsweek
O Hospital Luz Vila Mariana, referência em cuidado materno-infantil e com atuação consolidada em cardiologia, oncologia, ortopedia e neurologia, passou a integrar a lista dos 100 melhores hospitais do Brasil no ranking World’s Best Hospitals 2026, divulgado em pela revista Newsweek.
A presença da unidade na lista reforça sua atuação especializada e destaca o avanço da instituição na oferta de cuidados de alta qualidade. O desempenho também consolida sua imagem como referência nacional, sustentada por infraestrutura, tecnologia, eficiência de gestão e alto nível de confiança clínica.
Para a instituição, o reconhecimento representa um marco e aproxima o hospital dos padrões internacionais de excelência, alinhando às melhores práticas globais em segurança, inovação e experiência do paciente.
A publicação norte-americana conduz o principal levantamento internacional de excelência hospitalar, realizado em parceria com a plataforma de dados Statista. Na edição de 2026, mais de 2.500 hospitais de 32 países foram avaliados com base em quatro eixos: recomendações de especialistas médicos; métricas de qualidade hospitalar, como higiene, segurança e tempos de espera; indicadores de experiência do paciente; e desfechos relatados pelo paciente, que medem bem-estar funcional e qualidade de vida após o atendimento.
Sobre a Rede Total Care
A Rede Total Care, do Grupo Amil, é um conjunto de hospitais e serviços de saúde que tem como missão oferecer uma assistência médica de alta qualidade, focada na inovação, eficiência e no cuidado humanizado aos seus pacientes. Com o objetivo de transformar a experiência no setor de saúde, a Rede Total Care proporciona um atendimento completo, desde a prevenção até o tratamento especializado, com a garantia de profissionais altamente capacitados e infraestrutura de ponta.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
A menos de dois meses do Lollapalooza BR, artistas falam da expectativa para shows
Edição de 2026 vai acontecer nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, com cartaz que leva para os palcos nomes que são sucessos mundiais e tendências de fora da região Sudeste
Faltam menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil e a edição de 2026 chega reforçando a força da curadoria e o compromisso do festival com a diversidade artística. Ao longo dos dias 20, 21 e 22 de março, o Autódromo de Interlagos recebe um line-up que reúne mais de 70 atrações nacionais e internacionais, 18 deles se apresentando pela primeira vez no Brasil. O cartaz também inclui cinco dos 15 nomes mais pedidos pelo público. Ao lado de headliners globais como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, o evento segue ampliando espaço para artistas que representam diferentes territórios e momentos da música contemporânea.
Essa construção reflete a essência do Lollapalooza Brasil como uma plataforma de descoberta e consolidação de talentos. Quando o assunto é música brasileira, a presença de artistas nacionais no cartaz vai além da representatividade: ela traduz uma curadoria que entende o festival como um espelho do que está sendo produzido hoje no país, porém, sem ignorar a rica herança musical do Brasil, conectando novas vozes, projetos autorais e cenas independentes a um palco de projeção internacional.
Entre os nomes confirmados, Agnes Nunes vive um momento especial da carreira e integra o line-up de sábado do festival. Uma das vozes emergentes mais requisitadas da música brasileira, a cantora soma colaborações e encontros com diferentes gerações da música nacional. “Este vai ser um ano muito especial de projetos, lançamentos e mais ainda por fazer parte do Lollapalooza, que é um dos principais festivais do Brasil e do mundo. São muitos artistas talentosos e que admiro que fazem parte do line-up. Estou muito contente em fazer parte e ansiosa para o show. Estamos preparando uma apresentação única e cheia de surpresas”, afirma Agnes.
Também presente no festival, MU540 representa a força da música eletrônica brasileira que dialoga diretamente com a pista e com a cultura urbana. Produtor criado na Baixada Santista, ele construiu ao longo da última década uma trajetória marcada por beats autorais, colaborações de grande alcance e reconhecimento internacional. Além de sua apresentação no Lollapalooza Brasil 2026, o artista também integra o line-up do Lollapalooza Índia, no dia 24 de janeiro, ampliando sua circulação dentro do circuito global do festival. “Eu tô muito ansioso para tocar no Lolla Brasil. Já estou pensando no set desde hoje. É um momento muito marcante para a minha cidade e para minha quebrada. Quero ver todo mundo lá comigo”, relata MU540.
O rock alternativo nacional também marca presença com o Scalene, banda que se consolidou como um dos principais nomes do gênero no país. Com uma trajetória que inclui passagens por grandes festivais, reconhecimento da crítica e um Grammy Latino no currículo, o grupo retorna ao Lollapalooza Brasil reforçando sua conexão histórica com o evento e com o público do festival. “Tocar pela terceira vez no festival, depois de um ano tão bom na turnê de retorno da banda, anima muito a gente. Além de buscar fazer um show cada vez melhor, hoje entendemos que se divertir juntos no palco é tão importante quanto toda a preparação. Estamos montando um show especial, que funciona tanto para os fãs de sempre quanto para quem não escuta a banda há um tempo — e para novos ouvidos”, conta a banda Scalene.
Representando novas narrativas e sonoridades da cena independente, a Cidade Dormitório leva ao Lollapalooza Brasil um repertório que transita entre o pós-punk, a psicodelia e o experimental. Formada em Sergipe, a banda construiu uma identidade própria ao retratar as tensões, afetos e contradições das relações urbanas contemporâneas, e chega ao festival como parte dessa nova geração de artistas que expandem os limites do rock brasileiro. “As expectativas para o Lollapalooza estão lá em cima! Poder colaborar com esse line-up tão maravilhoso, vai ser uma honra indescritível. O público pode esperar um show que conta um pouco da nossa trajetória. São 10 anos rodando, então levaremos esse show comemorativo que celebra a nossa discografia. Claro que não podemos deixar de fora algumas surpresinhas para o futuro, que tende a ser um pouco mais cinematográfico sonoramente”, compartilha a banda Cidade Dormitório.
Participando do recorte nacional, Nina Maia integra o line-up trazendo uma trajetória marcada pela experimentação e pelo diálogo entre gêneros. Cantora, compositora, instrumentista e produtora, Nina vem construindo sua carreira entre trilhas sonoras, parcerias relevantes e um trabalho solo que transita entre MPB, jazz e indie pop. No Lollapalooza Brasil 2026, a artista vai encantar o público com um repertório que reflete sua multiplicidade. “Animadassa pro show do Lolla! INTEIRA, meu primeiro álbum, foi lançado há pouco mais de um ano, e receber esse convite foi uma conquista muito grande pra mim e pra todo mundo envolvido. Fazer parte de um line-up cheio de artistas que adoro e acompanho é incrível. Estamos preparando o show cuidadosamente, em todos os sentidos - musical, visual e performático. Pra mim vai ser pura emoção!”, compartilha Nina Maia.
Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo de Interlagos
Além das apresentações nos dias oficiais de festival, o Lollapalooza Brasil 2026 também amplia sua presença pela cidade de São Paulo com os tradicionais Sideshows, que estendem a experiência do público para além do Autódromo de Interlagos, conectando artistas do line-up a shows exclusivos em diferentes casas de São Paulo.
Com show de Blood Orange esgotado, ingressos dos demais Sideshows by Flying Fish do Lollapalooza Brasil 2026 estão disponíveis no site oficial da Ticketmaster Brasil
TV Girl – Cine Joia – São Paulo, 18/03, 22h. Abertura de portões: 20h
Entrada Social: R$ 295,00
Meia*: R$ 250,00
Inteira: R$ 500,00
RIIZE – Terra SP – São Paulo, 19/03, 21h30. Abertura de portões: 19h
Entrada Social: R$ 302,50
Meia*: R$ 275,00
Interpol + Viagra Boys – Audio – São Paulo, 19/03, show de abertura às 20h30. Abertura de portões: 19h
Entrada Social: R$ 322,50
Meia*: R$ 275,00
Inteira: R$ 550,00
Blood Orange – Cine Joia – São Paulo, 19/03, 22h. - ESGOTADO
Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage - Rio de Janeiro, 18/03. Abertura de portões: 18h30
Meia* Pista: R$ 245,00
Inteira Pista: R$ 490,00
Meia* Pista Premium: R$ 360,00
Inteira Pista Premium: R$ 720,00
Inteira Poltrona: R$ 460,00
Inteira Camarote B: R$ 760,00
Cada cliente poderá adquirir até 04 (quatro) ingressos, sendo no máximo 01 (uma) meia-entrada por pessoa.
Taxa de serviço para compras online: 20%. Venda sem cobrança de taxa na bilheteria oficial do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP, Piso Jurupis).
Entrada social – Está disponível para todo o público e garante 45% de desconto com doação automática de R$ 20,00 para instituições parceiras do festival. A doação acontece por meio da plataforma Ticketmaster Brasil durante o fluxo de venda, de forma descomplicada.
*Meia-entrada, para quem tem o direito legal a este benefício: maiores de 60 anos, aposentados, estudantes de ensino fundamental, médio ou superior, jovens pertencentes a famílias de baixa renda (com idades de 15 a 29 anos), pessoas com deficiência (e um acompanhante), profissionais das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo. Os beneficiários devem estar elegíveis ao benefício tanto no momento da compra, quanto no acesso ao festival.
Combo Barba e Cabelo: Kit Barbeiro, Escova e Aparador de Brinde
Programação reúne filmes de Leon Hirszman e Park Kwang-su entre 19 de fevereiro e 1º de março
Realizada em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil e o Korean Film Archive, programação reúne filmes de Leon Hirszman e Park Kwang-su entre 19 de fevereiro e 1º de março
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| Cartaz da mostra O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su |
Mostra aproxima cinemas do Brasil e da Coreia do Sul na Cinemateca Brasileira
Entre os dias 19 de fevereiro e 1º de março, a Cinemateca Brasileira realiza a mostra O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su, em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil e o Korean Film Archive. Gratuita, a programação reúne obras fundamentais dos dois cineastas que não só marcaram a história cultural em seus países, mas também evidenciaram o papel do cinema como linguagem artística, política e histórica.
A mostra propõe um diálogo entre as trajetórias de Leon Hirszman, no Brasil, e Park Kwang-su, na Coreia do Sul, cujas obras foram atravessadas por contextos de regimes autoritários e por forte engajamento político. Apesar das distâncias geográficas, suas filmografias se aproximam ao abordar temas como trabalho, democracia, mobilização social e relações de classe.
Na obra de Leon Hirszman, filmes como Eles não usam black-tie (1981) e ABC da Greve (1979–1990) evidenciam um cinema atento à organização da classe trabalhadora e aos conflitos sociais do Brasil urbano e industrial, enquanto São Bernardo (1972) amplia esse olhar para as estruturas de poder no Brasil rural.
Já Park Kwang-su é representado por títulos como Chilsu e Mansu (1988), considerado um marco do Korean New Wave, Eles também são como nós (1990), ambientado em uma cidade mineradora marcada pela repressão política, e O extraordinário jovem Jeon Tae-il (1995), baseado em uma história real que se tornou símbolo da luta por direitos trabalhistas na Coreia do Sul.
Ao colocar essas obras em diálogo, a mostra convida o público a refletir sobre como cinema, política e história se entrelaçam em diferentes contextos nacionais, revelando aproximações entre dois países distantes geograficamente, mas próximos em suas experiências sociais e geopolíticas.
O apoio do Centro Cultural Coreano no Brasil reforça o compromisso institucional da organização em ampliar o intercâmbio cultural e cinematográfico entre Brasil e Coreia do Sul, promovendo o acesso do público brasileiro a obras ainda pouco difundidas no país e estimulando leituras comparadas entre histórias, estéticas e contextos políticos distintos.
“Acreditamos que o cinema é uma ponte poderosa entre culturas. Apoiar uma mostra como esta é uma forma de aprofundar o diálogo entre Brasil e Coreia do Sul, mostrando como diferentes sociedades enfrentaram desafios semelhantes e como o cinema foi um instrumento fundamental de reflexão, memória e transformação social”, afirma Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil.
“Estamos muito contentes por realizar mais uma mostra dedicada ao cinema coreano clássico. A aproximação da obra de Park Kwang-su com a de Leon Hirszman funciona como uma chave de leitura mútua, na qual as filmografias se iluminam reciprocamente, permitindo a ampliação do acesso à obra de Park, cujos filmes circularam pouco no Brasil, e um olhar renovado sobre a obra de Hirszman. A partir desse diálogo, a mostra coloca em relação dois cineastas centrais em seus respectivos países, destacando pontos de contato entre os momentos históricos em que atuaram, as formas de produção, os temas e as estratégias estéticas”, destaca Maria Dora Mourão, diretora-geral da Cinemateca Brasileira.
Os ingressos são distribuídos gratuitamente uma hora antes de cada sessão.
Cinema e política
As primeiras incursões no cinema de ambos os diretores coincide também com suas primeiras experiências de militância política. No Brasil, Leon Hirszman participou da fundação da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro quando ainda era aluno da Escola Nacional de Engenharia (UFRJ), além de integrar o Centro Popular de Cultura (CPC), ligado à União Nacional dos Estudantes (UNE). O CPC tinha como objetivo desenvolver uma arte nacional e politicamente engajada, em meio à efervescência cultural e social do início dos anos 1960.
Na Coreia do Sul, Park Kwang-su atuou no Yallasung, o mais antigo cineclube universitário coreano da Universidade Nacional de Seul. Mais tarde, junto com alguns colegas, criou o Seoul Film Collective, ainda no início dos anos 1980. Influenciados pelo cinema de arte europeu que começava a circular no país durante o processo de abertura do regime militar, esses grupos se dedicaram à valorização do cinema independente, em contraposição à produção dominante, fortemente controlada pelo Estado. Park e seus colegas compartilhavam os ideais do movimento minjung (as massas, o povo), que reivindicava democracia e o fim do governo militar.
A intersecção entre o cinema e a política marcou não apenas as jornadas de Hirszman e Park, mas as de toda uma geração de cineastas em ambos os países. No Brasil, esse movimento culminou no Cinema Novo, que reuniu figuras como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Joaquim Pedro de Andrade. Na Coreia do Sul, deu origem ao Korean New Wave, responsável por renovar a linguagem cinematográfica, ampliar temas e viabilizar um modelo de produção que permitiu a projeção internacional de cineastas sul-coreanos contemporâneos.
Confira aqui a sinopse dos filmes da mostra e, ainda, fotos de divulgação.
Confira abaixo a programação completa:
Local: Cinemateca Brasileira – Sala Grande Otelo
Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207
Entrada gratuita | Ingressos distribuídos 1h antes de cada sessão
19/02/26 | QUINTA-FEIRA
20h Sessão de abertura: Pedreira de São Diogo / O extraordinário jovem Jeon Tae-il
20/02/26 | SEXTA-FEIRA
17h30 Eles também são como nós
20h Maioria absoluta / Eles não usam black-tie
21/02/26 | SÁBADO
20h Chilsu e Mansu
22/02/26 | DOMINGO
15h Quero ir àquela ilha
17h30 A falecida
25/02/26 | QUARTA-FEIRA
20h Quero ir àquela ilha
26/02/26 | QUINTA-FEIRA
16h Curtas em 8mm de Park Kwang-su: Eles também são como nós / A ilha
17h30 Chilsu e Mansu
20h Garota de Ipanema
27/02/26 | SEXTA-FEIRA
15h A rebelião
17h30 Pedreira de São Diogo / ABC da greve
28/02/26 | SÁBADO
15h O extraordinário jovem Jeon Tae-il
17h30 A música popular por Leon Hirszman: Cantos de trabalho: mutirão / Cantos de trabalho: cacau / Cantos de trabalho: cana-de-açúcar / Nelson Cavaquinho / Partido alto
20h A rebelião
01/03/26 | DOMINGO
15h Eles também são como nós
17h30 S. Bernardo
Combo Barba e Cabelo: Kit Barbeiro, Escova e Aparador de Brinde
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Queremos Paz no Planeta chega à TV Rede Vida no Programa Silvio Brito em Família

O projeto “Queremos Paz no Planeta”, que emocionou o público no Memorial da América Latina em novembro, segue ampliando sua mensagem de união, música e esperança. Neste sábado, 03 de janeiro, às 21h30, parte do elenco do show participa do Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida, em uma noite que promete muitas emoções.
A presença do projeto no programa reforça a força da arte como instrumento de diálogo e transformação social. Participam desta edição especial o renomado pianista Adylson Godoy, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, além do Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski.
Conhecido por valorizar a música brasileira, os encontros familiares e as histórias que tocam o coração, o Programa Silvio Brito em Família será o cenário perfeito para reviver o espírito do espetáculo “Queremos Paz no Planeta”. O público poderá conferir performances emocionantes, depoimentos inspiradores e a sensibilidade de artistas que colocam a música a serviço de uma causa maior: a paz.
A participação do coral infantil merece destaque especial. Símbolo de esperança e futuro, as vozes das crianças traduzem com pureza a mensagem central do projeto, mostrando que a construção de um mundo mais pacífico começa desde cedo, pela educação, pela cultura e pela arte.
Onde assistir ao Programa Silvio Brito em Família
📺 TV Rede Vida – sábado (03/01), às 21h30
Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH)
Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD)
GVT: Canal 243
NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD)
TV Oi: Canal 16
SKY: Canal 6
Vivo TV: Canal 29
Será uma noite para se emocionar, reunir a família e celebrar a música brasileira com propósito.
Assista, vale muito a pena! 💛🎶
😍 Serão muitas emoções!
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