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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

A menos de dois meses do Lollapalooza BR, artistas falam da expectativa para shows




Edição de 2026 vai acontecer nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, com cartaz que leva para os palcos nomes que são sucessos mundiais e tendências de fora da região Sudeste



Faltam menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil e a edição de 2026 chega reforçando a força da curadoria e o compromisso do festival com a diversidade artística. Ao longo dos dias 20, 21 e 22 de março, o Autódromo de Interlagos recebe um line-up que reúne mais de 70 atrações nacionais e internacionais, 18 deles se apresentando pela primeira vez no Brasil. O cartaz também inclui cinco dos 15 nomes mais pedidos pelo público. Ao lado de headliners globais como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, o evento segue ampliando espaço para artistas que representam diferentes territórios e momentos da música contemporânea.

Essa construção reflete a essência do Lollapalooza Brasil como uma plataforma de descoberta e consolidação de talentos. Quando o assunto é música brasileira, a presença de artistas nacionais no cartaz vai além da representatividade: ela traduz uma curadoria que entende o festival como um espelho do que está sendo produzido hoje no país, porém, sem ignorar a rica herança musical do Brasil, conectando novas vozes, projetos autorais e cenas independentes a um palco de projeção internacional.

Entre os nomes confirmados, Agnes Nunes vive um momento especial da carreira e integra o line-up de sábado do festival. Uma das vozes emergentes mais requisitadas da música brasileira, a cantora soma colaborações e encontros com diferentes gerações da música nacional. “Este vai ser um ano muito especial de projetos, lançamentos e mais ainda por fazer parte do Lollapalooza, que é um dos principais festivais do Brasil e do mundo. São muitos artistas talentosos e que admiro que fazem parte do line-up. Estou muito contente em fazer parte e ansiosa para o show. Estamos preparando uma apresentação única e cheia de surpresas”, afirma Agnes.

Também presente no festival, MU540 representa a força da música eletrônica brasileira que dialoga diretamente com a pista e com a cultura urbana. Produtor criado na Baixada Santista, ele construiu ao longo da última década uma trajetória marcada por beats autorais, colaborações de grande alcance e reconhecimento internacional. Além de sua apresentação no Lollapalooza Brasil 2026, o artista também integra o line-up do Lollapalooza Índia, no dia 24 de janeiro, ampliando sua circulação dentro do circuito global do festival. “Eu tô muito ansioso para tocar no Lolla Brasil. Já estou pensando no set desde hoje. É um momento muito marcante para a minha cidade e para minha quebrada. Quero ver todo mundo lá comigo”, relata MU540.

O rock alternativo nacional também marca presença com o Scalene, banda que se consolidou como um dos principais nomes do gênero no país. Com uma trajetória que inclui passagens por grandes festivais, reconhecimento da crítica e um Grammy Latino no currículo, o grupo retorna ao Lollapalooza Brasil reforçando sua conexão histórica com o evento e com o público do festival. “Tocar pela terceira vez no festival, depois de um ano tão bom na turnê de retorno da banda, anima muito a gente. Além de buscar fazer um show cada vez melhor, hoje entendemos que se divertir juntos no palco é tão importante quanto toda a preparação. Estamos montando um show especial, que funciona tanto para os fãs de sempre quanto para quem não escuta a banda há um tempo — e para novos ouvidos”, conta a banda Scalene.

Representando novas narrativas e sonoridades da cena independente, a Cidade Dormitório leva ao Lollapalooza Brasil um repertório que transita entre o pós-punk, a psicodelia e o experimental. Formada em Sergipe, a banda construiu uma identidade própria ao retratar as tensões, afetos e contradições das relações urbanas contemporâneas, e chega ao festival como parte dessa nova geração de artistas que expandem os limites do rock brasileiro. “As expectativas para o Lollapalooza estão lá em cima! Poder colaborar com esse line-up tão maravilhoso, vai ser uma honra indescritível. O público pode esperar um show que conta um pouco da nossa trajetória. São 10 anos rodando, então levaremos esse show comemorativo que celebra a nossa discografia. Claro que não podemos deixar de fora algumas surpresinhas para o futuro, que tende a ser um pouco mais cinematográfico sonoramente”, compartilha a banda Cidade Dormitório.

Participando do recorte nacional, Nina Maia integra o line-up trazendo uma trajetória marcada pela experimentação e pelo diálogo entre gêneros. Cantora, compositora, instrumentista e produtora, Nina vem construindo sua carreira entre trilhas sonoras, parcerias relevantes e um trabalho solo que transita entre MPB, jazz e indie pop. No Lollapalooza Brasil 2026, a artista vai encantar o público com um repertório que reflete sua multiplicidade. “Animadassa pro show do Lolla! INTEIRA, meu primeiro álbum, foi lançado há pouco mais de um ano, e receber esse convite foi uma conquista muito grande pra mim e pra todo mundo envolvido. Fazer parte de um line-up cheio de artistas que adoro e acompanho é incrível. Estamos preparando o show cuidadosamente, em todos os sentidos - musical, visual e performático. Pra mim vai ser pura emoção!”, compartilha Nina Maia.


Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo de Interlagos



Além das apresentações nos dias oficiais de festival, o Lollapalooza Brasil 2026 também amplia sua presença pela cidade de São Paulo com os tradicionais Sideshows, que estendem a experiência do público para além do Autódromo de Interlagos, conectando artistas do line-up a shows exclusivos em diferentes casas de São Paulo.

Com show de Blood Orange esgotado, ingressos dos demais Sideshows by Flying Fish do Lollapalooza Brasil 2026 estão disponíveis no site oficial da Ticketmaster Brasil

TV Girl – Cine Joia – São Paulo, 18/03, 22h. Abertura de portões: 20h
Entrada Social: R$ 295,00
Meia*: R$ 250,00
Inteira: R$ 500,00


RIIZE – Terra SP – São Paulo, 19/03, 21h30. Abertura de portões: 19h
Entrada Social: R$ 302,50
Meia*: R$ 275,00
Inteira: R$ 550,00

Interpol + Viagra Boys – Audio – São Paulo, 19/03, show de abertura às 20h30. Abertura de portões: 19h
Entrada Social: R$ 322,50
Meia*: R$ 275,00
Inteira: R$ 550,00


Blood Orange – Cine Joia – São Paulo, 19/03, 22h. - ESGOTADO


Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage - Rio de Janeiro, 18/03. Abertura de portões: 18h30
Meia* Pista: R$ 245,00
Inteira Pista: R$ 490,00
Meia* Pista Premium: R$ 360,00
Inteira Pista Premium: R$ 720,00
Inteira Poltrona: R$ 460,00
Inteira Camarote B: R$ 760,00

Cada cliente poderá adquirir até 04 (quatro) ingressos, sendo no máximo 01 (uma) meia-entrada por pessoa.

Taxa de serviço para compras online: 20%. Venda sem cobrança de taxa na bilheteria oficial do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP, Piso Jurupis).

Entrada social – Está disponível para todo o público e garante 45% de desconto com doação automática de R$ 20,00 para instituições parceiras do festival. A doação acontece por meio da plataforma Ticketmaster Brasil durante o fluxo de venda, de forma descomplicada.

*Meia-entrada, para quem tem o direito legal a este benefício: maiores de 60 anos, aposentados, estudantes de ensino fundamental, médio ou superior, jovens pertencentes a famílias de baixa renda (com idades de 15 a 29 anos), pessoas com deficiência (e um acompanhante), profissionais das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo. Os beneficiários devem estar elegíveis ao benefício tanto no momento da compra, quanto no acesso ao festival.


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Programação reúne filmes de Leon Hirszman e Park Kwang-su entre 19 de fevereiro e 1º de março

Realizada em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil e o Korean Film Archive, programação reúne filmes de Leon Hirszman e Park Kwang-su entre 19 de fevereiro e 1º de março

Cartaz da mostra O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su


Mostra aproxima cinemas do Brasil e da Coreia do Sul na Cinemateca Brasileira



Entre os dias 19 de fevereiro e 1º de março, a Cinemateca Brasileira realiza a mostra O realismo crítico de Leon Hirszman e Park Kwang-su, em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil e o Korean Film Archive. Gratuita, a programação reúne obras fundamentais dos dois cineastas que não só marcaram a história cultural em seus países, mas também evidenciaram o papel do cinema como linguagem artística, política e histórica.

A mostra propõe um diálogo entre as trajetórias de Leon Hirszman, no Brasil, e Park Kwang-su, na Coreia do Sul, cujas obras foram atravessadas por contextos de regimes autoritários e por forte engajamento político. Apesar das distâncias geográficas, suas filmografias se aproximam ao abordar temas como trabalho, democracia, mobilização social e relações de classe.

Na obra de Leon Hirszman, filmes como Eles não usam black-tie (1981) e ABC da Greve (1979–1990) evidenciam um cinema atento à organização da classe trabalhadora e aos conflitos sociais do Brasil urbano e industrial, enquanto São Bernardo (1972) amplia esse olhar para as estruturas de poder no Brasil rural.

Já Park Kwang-su é representado por títulos como Chilsu e Mansu (1988), considerado um marco do Korean New Wave, Eles também são como nós (1990), ambientado em uma cidade mineradora marcada pela repressão política, e O extraordinário jovem Jeon Tae-il (1995), baseado em uma história real que se tornou símbolo da luta por direitos trabalhistas na Coreia do Sul.

Ao colocar essas obras em diálogo, a mostra convida o público a refletir sobre como cinema, política e história se entrelaçam em diferentes contextos nacionais, revelando aproximações entre dois países distantes geograficamente, mas próximos em suas experiências sociais e geopolíticas.

O apoio do Centro Cultural Coreano no Brasil reforça o compromisso institucional da organização em ampliar o intercâmbio cultural e cinematográfico entre Brasil e Coreia do Sul, promovendo o acesso do público brasileiro a obras ainda pouco difundidas no país e estimulando leituras comparadas entre histórias, estéticas e contextos políticos distintos.

“Acreditamos que o cinema é uma ponte poderosa entre culturas. Apoiar uma mostra como esta é uma forma de aprofundar o diálogo entre Brasil e Coreia do Sul, mostrando como diferentes sociedades enfrentaram desafios semelhantes e como o cinema foi um instrumento fundamental de reflexão, memória e transformação social”, afirma Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil.

“Estamos muito contentes por realizar mais uma mostra dedicada ao cinema coreano clássico. A aproximação da obra de Park Kwang-su com a de Leon Hirszman funciona como uma chave de leitura mútua, na qual as filmografias se iluminam reciprocamente, permitindo a ampliação do acesso à obra de Park, cujos filmes circularam pouco no Brasil, e um olhar renovado sobre a obra de Hirszman. A partir desse diálogo, a mostra coloca em relação dois cineastas centrais em seus respectivos países, destacando pontos de contato entre os momentos históricos em que atuaram, as formas de produção, os temas e as estratégias estéticas”, destaca Maria Dora Mourão, diretora-geral da Cinemateca Brasileira.

Os ingressos são distribuídos gratuitamente uma hora antes de cada sessão.

Cinema e política


As primeiras incursões no cinema de ambos os diretores coincide também com suas primeiras experiências de militância política. No Brasil, Leon Hirszman participou da fundação da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro quando ainda era aluno da Escola Nacional de Engenharia (UFRJ), além de integrar o Centro Popular de Cultura (CPC), ligado à União Nacional dos Estudantes (UNE). O CPC tinha como objetivo desenvolver uma arte nacional e politicamente engajada, em meio à efervescência cultural e social do início dos anos 1960.

Na Coreia do Sul, Park Kwang-su atuou no Yallasung, o mais antigo cineclube universitário coreano da Universidade Nacional de Seul. Mais tarde, junto com alguns colegas, criou o Seoul Film Collective, ainda no início dos anos 1980. Influenciados pelo cinema de arte europeu que começava a circular no país durante o processo de abertura do regime militar, esses grupos se dedicaram à valorização do cinema independente, em contraposição à produção dominante, fortemente controlada pelo Estado. Park e seus colegas compartilhavam os ideais do movimento minjung (as massas, o povo), que reivindicava democracia e o fim do governo militar.

A intersecção entre o cinema e a política marcou não apenas as jornadas de Hirszman e Park, mas as de toda uma geração de cineastas em ambos os países. No Brasil, esse movimento culminou no Cinema Novo, que reuniu figuras como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Joaquim Pedro de Andrade. Na Coreia do Sul, deu origem ao Korean New Wave, responsável por renovar a linguagem cinematográfica, ampliar temas e viabilizar um modelo de produção que permitiu a projeção internacional de cineastas sul-coreanos contemporâneos.

Confira aqui a sinopse dos filmes da mostra e, ainda, fotos de divulgação.



Confira abaixo a programação completa:

Local: Cinemateca Brasileira – Sala Grande Otelo

Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207
Entrada gratuita | Ingressos distribuídos 1h antes de cada sessão

19/02/26 | QUINTA-FEIRA
20h Sessão de abertura: Pedreira de São Diogo / O extraordinário jovem Jeon Tae-il

20/02/26 | SEXTA-FEIRA
17h30 Eles também são como nós
20h Maioria absoluta / Eles não usam black-tie

21/02/26 | SÁBADO
20h Chilsu e Mansu

22/02/26 | DOMINGO
15h Quero ir àquela ilha
17h30 A falecida

25/02/26 | QUARTA-FEIRA
20h Quero ir àquela ilha

26/02/26 | QUINTA-FEIRA
16h Curtas em 8mm de Park Kwang-su: Eles também são como nós / A ilha
17h30 Chilsu e Mansu
20h Garota de Ipanema

27/02/26 | SEXTA-FEIRA
15h A rebelião
17h30 Pedreira de São Diogo / ABC da greve

28/02/26 | SÁBADO
15h O extraordinário jovem Jeon Tae-il
17h30 A música popular por Leon Hirszman: Cantos de trabalho: mutirão / Cantos de trabalho: cacau / Cantos de trabalho: cana-de-açúcar / Nelson Cavaquinho / Partido alto
20h A rebelião

01/03/26 | DOMINGO
15h Eles também são como nós
17h30 S. Bernardo

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